Vikings e o seu épico final – Entre sangue e feridos até que o final foi bem interessante.

A série criada pelo roteirista Michael Hirst para o Canal History conta a saga do lendário rei da Dinamarca e da Suécia, nos séculos VIII e IX, o Ragnar Lodbrok (Calças Felpudas).

Lançada em 2013 e de tremendo sucesso, pela atuação, paisagem, roteiro, dramaticidade como acompanha as conquistas do ambicioso guerreiro Ragnar em suas missões arriscadas em buscas de novas terras.

Fascinante assistir o modo de vida e as crenças desse povo, como eles lidavam com as intrigas e as alianças com os amigos e inimigos, quando era necessário.

Vikings é sinônimo de Ragnar Lodbrok

Claro que existe uma adoração natural por Ragnar (Travis Fimmel), pois é possível claramente entender os conflitos psicológicos e a busca por entender a todos e o respeito pelas outras crenças e povos. Mas não se iluda que ele não é nada bonzinho, tem lá suas quedas por sangue e vingança e não perdoa ninguém.

Na quarta temporada, temos a surpresa da despedida de Ragnar e confesso, me deu uma tristeza profunda e assisti a quinta e a sexta temporada na ânsia dele voltar de Valhala, para quem assistiu, sabe que é o Salão dos Mortos na mitologia nórdica, liderado por Odin.

Sempre fui fascinada pela mitologia nórdica e Vikings traz muita sabedoria cultural e psicológica

Sexta temporada

Aqui no Brasil foi liberado pela Netflix no dia 30 de dezembro/20 e, obviamente, maratonei no mesmo dia!

Achei brilhante o final, embora tenha saudades de Ragnar, o desfecho foi perfeito.

Não sei se falo mais e ser considerada uma spoiler… Hahahah

Se você não assistiu pelo amor, corre!!! Se tem medinho de sangue, fecha o olho e vai! vale a pena.

Se atualize sobre esse universo nórdico, ele explica muitas atitudes nos dias de hoje.

Veja o Trailer da 6ª temporada e maratone:

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